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Prorrogada até 30 de agosto pesquisa sobre Inteligência Artificial na Justiça Federal

Segue até sexta-feira (30/8) o prazo de respostas à pesquisa de iniciativas de Inteligência Artificial (IA) na Justiça Federal (JF) elaborada pelo Centro Nacional de Inteligência (CIn) e o Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do Conselho da Justiça Federal (CJF).

A pesquisa foi lançada para o mapeamento de projetos bem sucedidos. Magistrados, servidores ou colaboradores da Justiça Federal tem até o fim desta semana para poder compartilhar as iniciativas que utilizam IA na sua região, para, quem sabe, implementá-las em toda a JF.

Segundo o juiz federal Marco Bruno Miranda Clementino, integrante do grupo operacional do CIn, a demanda surgiu em virtude da falta de um diagnóstico completo sobre a utilização das novas tecnologias na JF. “Com a pesquisa, poderemos mapear o que já está sendo desenvolvido e as reais necessidades dos usuários, para potencializar as atividades e definir as prioridades”, explica o magistrado.

A partir do mapeamento, será possível fazer um diagnóstico completo sobre o assunto, identificar o que já está sendo realizado nas Seções Judiciárias e Tribunais Regionais Federais e conhecer as demandas de magistrados, servidores e colaboradores. Os resultados colhidos serão documentados em uma nota técnica do CIn, que subsidiará a Corregedoria-Geral da Justiça Federal e a Presidência do CJF na tomada de decisões.

Conhecer e alinhar

Ainda de acordo com Marco Bruno, as iniciativas da JF estão começando a ser implementadas. Dentre os projetos de IA já em funcionamento, ele cita o BacenJud Auto, aplicativo da Primeira Região que automatiza as atividades no sistema BacenJud, e a Julia, robô da Quinta Região que faz a leitura de processos e facilita a pesquisa no acervo do órgão de Justiça.

“É importante que todos participem da pesquisa, pois, assim, haverá um alinhamento desde o início do projeto, entre o que está sendo feito e o que os usuários julgam como prioridade nos processos de trabalho na JF. Consequentemente, as políticas públicas poderão ser pensadas em consonância ao detectado”, conclui Marco Bruno.

Se você é magistrado, servidor ou colaborador da JF, clique aqui para participar.

Se você é gestor de TRF ou de Seção Judiciária, clique aqui para compartilhar sua experiência.

Com informações da Comunicação Social do CJF